Olodumare ilumine nossos caminhos.

Olodumare ilumine nossos caminhos.
Jogo De Buzios e Cartas

terça-feira, 7 de outubro de 2014

UTILIDADE PUBLICA AO POVO DE ASÉ!

Importante sabermos que a função de sacerdote, Yalorisa, Babalorisa... são reconhecidas como
profissão e encontramos no Código Brasileiro de Ocupação.
A questão é: este fato permite hoje aos Babas e Yas poderem recolher o Inss e assim estarem protegidos em casos de doenças e aposentadoria!

BREVE ESTAREI POSTANDO PASSO A PASSO COMO PROCEDEREM!

2631 :: Ministros de culto, missionários, teólogos e profissionais assemelhados


Títulos
2631-05 - Ministro de culto religioso
Abade, Abadessa, Administrador apostólico, Administrador paroquial, Agaipi, Agbagigan, Agente de pastoral, Agonjaí, Alabê, Alapini, Alayan, Ancião, Apóstolo, Arcebispo, Arcipreste, Axogum, Babakekerê, Babalawô, Babalorixá, Babalossain, Babaojé, Babá de umbanda, Bikkhu, Bikkuni, Bispo, Bispo auxiliar, Bispo coadjutor, Bispo emérito, Cambono , Capelão, Cardeal, Catequista, Clérigo, Confessor, Cura, Curimbeiro, Cônega, Cônego, Dabôce, Dada voduno, Daiosho, Deré, Dirigente espiritual de umbanda, Diácono, Diácono permanente, Dom, Doné, Doté, Dáia, Egbonmi, Ekêdi, Episcopiza, Evangelista, Frade, Frei, Freira, Gaiaku, Gheshe, Gãtó, Humbono, Hunjaí, Huntó, Instrutor de curimba, Instrutor leigo de meditação budista, Irmã, Irmão, Iyakekerê, Iyalorixá, Iyamorô, Iyawo, Izadioncoé, Kambondo pokó, Kantoku (diretor de missão), Kunhã-karaí, Kyôshi (mestre), Lama budista tibetano, Madre superiora, Madrinha de umbanda, Mameto ndenge, Mameto nkisi, Mejitó, Metropolita, Meôncia, Ministro da eucaristia, Ministro das ezéquias, Monge, Monge budista, Monge oficial responsável por templo budista (Jushoku), Monsenhor, Mosoyoyó, Muzenza, Muézin, Nhanderú arandú, Nisosan, Nochê, Noviço , Oboosan, Olorixá, Osho, Padre, Padrinho de umbanda, Pagé, Pastor evangélico, Pegigan, Pontífice, Pope, Prelado, Presbítero, Primaz, Prior, Prioressa, Pároco, Rabino, Reitor, Religiosa, Religioso leigo, Reverendo, Rimban (reitor de templo provincial), Roshi, Sacerdote, Sacerdotisa, Seminarista, Sheikh, Sokan, Superintendente de culto religioso, Superior de culto religioso, Superior geral, Superiora de culto religioso, Swami, Sóchó (superior de missão), Tata kisaba, Tata nkisi, Tateto ndenge, Testemunha qualificada do matrimônio, Toy hunji, Toy vodunnon, Upasaka, Upasika, Vigário, Voduno ( ministro de culto religioso), Vodunsi (ministro de culto religioso), Vodunsi poncilê (ministro de culto religioso), Xeramõe (ministro de culto religioso), Xondaria (ministro de culto religioso), Xondáro (ministro de culto religioso), Ywyrájá (ministro de culto religioso)
 

BOA LEITURA!

http://www.curitiba-parana.net/cultura-africana.htm

Ogum Orisá dos Caminhos

Eu saúdo meu Pai ogum dono de meus caminhos!
Pà ta ko ri Oggun (Oggun guerreiro toma conta de suas terras) 
Oggun Je si je si (Ogoun, nos sustente) 
DIA: Terça-Feira
CORES: Verde ou Azul-escuro, Vermelho (algumas qualidades)
SÍMBOLOS: Bigorna, Faca, Pá, Enxada e outras ferramentas
ELEMENTOS: Terra (florestas e estradas) e Fogo
DOMÍNIOS: Guerra, Progresso, Conquista e Metalurgia
SAUDAÇÃO: Ògún ieé!!
Ogum (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protector do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins.
Orixá conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogum.
Entre os muitos Estados conquistados por Ogun estava a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após libertar a cidade da tirania do rei e substituí-lo pelo seu, próprio filho, regressando glorioso com o título de Oníìré, ou seja, Rei de Iré.
Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé.
Ogum é um orixá importantíssimo em África e no Brasil. A sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último imolé.
Os Igba Imolé eram os duzentos deuses da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos deuses da esquerda.
Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.
Em todos os cantos da África Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ogum é amado.
São sete qualidades de Ogum:
Ògún Meje – ou Mejeje, aquele que toma conta das sete entradas da cidade de Irê, ligado a Exú, o guardião das casas de Ketu.
Ògún Je Ajá ou Ogúnjá como ficou conhecido – Um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães (só na África) como oferenda, tem ligação com Oxaguiã e Ìyemonjá .
Ògún Àmènè ou Ominí – tem ligação com Oxun, cultuado em Ijexá, sua conta é verde clara.
Ògún Alágbèdé (Alagbede) – É o Ògún dos ferreiros, o ferramenteiro, da ancestralidade, tem ligação com Yemanjá.
Ògún Akoró – É o Ogun que usa o mariwò como coroa, sua roupa é o mariwò, toma conta da casa de Oxalá, muito ligado a Oxóssi e não come mel.
Ògún Oniré – É o título de Ògún filho de Oniré, quando passou a reinar em Ire, o Senhor de Irê.
Ogun Wàrí: é o ferreiro dos metais dourados, ligado a Oxun, ligado ao ar, por isso o mais requintado dentre todos os Oguns.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Onilé

Onilé é um Orixá que representa a base de toda a vida, a Terra-Mãe, tanto na vida como na morte, se caracteriza por ser o princípio e representação coletiva dos elegun e Egungun. é o primeiro a receber as oferendas e a ser evocado nos ritos dos sacrifícios. Todo terreiro possui o acento de Onilé, um deles pode ser observado no centro do Barracão de (candomblé), denominado como o fundamento da casa ou simplesmente Axé da casa, onde todos sabiamente reverenciam este local. Também chamado pelo "Povo de santo" de Oluaye, Aiyê, Ilê e Sakpatá.

Em algumas tradições, Onilé é uma divindade feminina, representa a Mãe Terra (onde acolhe os ancestrais), Egungun. Conta-se que quando Olorum reuniu os orixás para dividir o poder sobre a criação entre eles, uma de suas filhas, Onilé, escondeu-se sob a terra. E acabou ganhando por este motivo poder e autoridade sobre ela. A primeira parte de todos os sacrifícios de (Ejé) sangue é sempre derramada sobre a terra, independente de para qual entidade ou divindade seja o sacrifício, este gesto é uma forma de lembrar e reconhecer o poder de Onilé. Tudo vem da terra e a ela retorna.
Cultuada em terreiros da Bahia e em candomblés africanizados, a Mãe Terra desperta curiosidade e interesse entre os seguidores dos orixás, sobretudo entre aqueles que compõem os seguimentos mais intelectualizados da religião. Onilé é assentada num montículo de terra vermelha e acredita-se que guarda o planeta e tudo que há sobre ele, protegendo o mundo em que vivemos e possibilitando a própria vida. Na África, também é chamada Aiê e Ilê, recebendo em sacrifício galinhas, caracóis e tartarugas (Abimbola, 1977: 111). Onilé, isto é, a Terra, tem muitos inimigos que a exploram e podem destruí-la. Para muitos seguidores da religião dos orixás, interessados em recuperar a relação orixá-natureza, o culto de Onilé representaria, assim, a preocupação com a preservação da própria humanidade e de tudo que há em seu mundo
Quando os orixás seus irmãos se reuniam no palácio do grande pai para as grandes audiências em que Olodumare comunicava suas decisões, Onilé fazia um buraco no chão e se escondia, pois sabia que as reuniões sempre terminavam em festa, com muita música e dança ao ritmo dos atabaques.

Onilé não se sentia bem no meio dos outros.

Um dia o grande deus mandou os seus arautos avisarem:

haveria uma grande reunião no palácio e os orixás deviam comparecer ricamente vestidos, pois ele iria distribuir entre os filhos as riquezas do mundo e depois haveria muita comida, música e dança.

Cada orixá que chegava ao palácio de Olodumare provocava um clamor de admiração,que se ouvia por todas as terras existentes.
Os orixás encantaram o mundo com suas vestes.

Menos Onilé.
Quando todos os orixás haviam chegado,
Olodumare mandou que fossem acomodados confortavelmente,sentados em esteiras dispostas ao redor do trono.
Tinha todas as riquezas do mundo para dar a eles,mas nem sabia como começar a distribuição.
Então disse Olodumare que os próprios filhos,ao escolherem o que achavam o melhor da natureza,para com aquela riqueza se apresentar perante o pai,eles mesmos já tinham feito a divisão do mundo.

Deu a cada orixá um pedaço do mundo,uma parte da natureza, um governo particular.

Dividiu de acordo com o gosto de cada um.

E disse que a partir de então cada um seria o donoe governador daquela parte da natureza.

Assim, sempre que um humano tivesse alguma necessidade relacionada com uma daquelas partes da natureza, deveria pagar uma prenda ao orixá que a possuísse.

Pagaria em oferendas de comida, bebida ou outra coisa que fosse da predileção do orixá.

Os orixás, que tudo ouviram em silêncio, começaram a gritar e a dançar de alegria,fazendo um grande alarido na corte.

Olodumare pediu silêncio,ainda não havia terminado.

Disse que faltava ainda a mais importante das atribuições.

Que era preciso dar a um dos filhos o governo da Terra,o mundo no qual os humanos viviam e onde produziam as comidas, bebidas e tudo o mais que deveriam ofertar aos orixás.

Disse que dava a Terra a quem se vestia da própria Terra.
Quem seria? perguntavam-se todos?
"Onilé", respondeu Olodumare.
"Onilé?" todos se espantaram.
Como, se ela nem sequer viera à grande reunião?
Nenhum dos presentes a vira até então.
Nenhum sequer notara sua ausência.
"Pois Onilé está entre nós", disse Olodumare

e mandou que todos olhassem no fundo da cova,

onde se abrigava, vestida de terra, a discreta e recatada filha.

Ali estava Onilé, em sua roupa de terra.

Onilé, a que também foi chamada de Ilê, a casa, o planeta.

Olodumare disse que cada um que habitava a Terra

pagasse tributo a Onilé,

pois ela era a mãe de todos, o abrigo, a casa.

A humanidade não sobreviveria sem Onilé.

Afinal, onde ficava cada uma das riquezas

que Olodumare partilhara com filhos orixás?

"Tudo está na Terra", disse Olodumare.

"O mar e os rios, o ferro e o ouro,

Os animais e as plantas, tudo", continuou.

"Até mesmo o ar e o vento, a chuva e o arco-íris,

tudo existe porque a Terra existe,

assim como as coisas criadas para controlar os homens

e os outros seres vivos que habitam o planeta,

como a vida, a saúde, a doença e mesmo a morte".

Pois então, que cada um pagasse tributo a Onilé,

foi a sentença final de Olodumare.

Onilé, orixá da Terra, receberia mais presentes que os outros,

pois deveria ter oferendas dos vivos e dos mortos,

pois na Terra também repousam os corpos dos que já não vivem.

Onilé, também chamada Aiê, a Terra, deveria ser propiciada sempre,
para que o mundo dos humanos nunca fosse destruído.

Todos os presentes aplaudiram as palavras de Olodumare.
Todos os orixás aclamaram Onilé.
Todos os humanos propiciaram a mãe Terra.
E então Olodumare retirou-se do mundo para sempre e deixou o governo de tudo por conta de seus filhos orixás
oloje iku ike obarainan

sábado, 25 de janeiro de 2014

Calendário do Ile Asé Iba Omi Osun

FEVEREIRO
01 – candomblé Yemanja
15 – umbanda preto velho / exu

MARÇO
01 – umbanda boiadeiro/ exu
29 – candomblé obrigações

ABRIL
12 – festa do ogum
26 – umbanda

MAIO
17 - Ypete Osun
31- Festa exu meia noite

JUNHO
07 – Exu
28 - Festa Xango
Exu (Èsù) é a figura mais controversa do panteão africano, o mais humano dos orixás, senhor do princípio e da transformação. Deus da terra e do universo; na verdade, Exu é a ordem, aquele que se multiplica e se transforma na unidade elementar da existência humana. Exu é o ego de cada ser, o grande companheiro do homem no seu dia-a-dia.

Exu é a figura mais importante da cultura iorubá. Sem ele o mundo não faria sentido, pois só através de Exu é que se chega aos demais orixás e ao Deus Supremo Olodumaré. Exu fala toda as línguas e permite a comunicação entre o orum e o aiê, entre os orixás e os homens.
Exu é o dono do mercado, o seu guardião, por isso todo o comerciante e aqueles que lidam com venda devem agradar a Exu. As vendedoras de acarajé, por exemplo, oferecem sempre o primeiro bolinho a Exu, atirando-o à rua, não só para vender bem, mas também par afastar as perturbações, evitar assaltos etc., ou seja, para que Exu seja de facto um guardião e proteja o seu negócio.
Os Principai esús
01.Esu Yangi – o Senhor da Laterita Vermelha.- o primeiro
02.Esu Agba – o Senhor Ancestral
03.Esu Igba Keta – o Senhor da Terceira Cabaça
04.Esu Okoto – o Senhor do Caracol
05.Esu Oba Baba Esu – o Rei e Pai de todos os Eshus
06.Esu Odara – o Senhor da Felicidade
07.Esu Osije – o Mensageiro Divino
08.Esu Eleru – o Senhor da Obrigação Ritual
09.Esu Enu Gbarijo – o Senhor da Boca Coletiva
10.Esu Elegbara – o Senhor do Poder Mágico
11.Esu Bara – o Senhor do Corpo
12.Esu L’Onan – o Senhor dos Caminhos
13.Esu Ol’Obe – o Senhor da Faca
14.Esu El’Ebo – o Senhor das Oferendas
15.Esu Alafia – o Senhor da Satisfação Pessoal
16.Esu Oduso – o Vigia dos Odus.